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Em uma determinada cena de “Rogue One: Uma História Star Wars” a protagonista Jyn Erso, em meio a vários corpos, resultado de uma represália de um Império em ascensão, vai de encontro a uma pessoa querida. Quando uma nave grandiosa alça voo, a personagem quase cai da plataforma em que se encontra, pelo ar que os motores da nave movimentam. Tamanha fisicalidade, aliada a belas construções de naves “sujas” e locações que retratam planetas nunca antes vistos em “Star Wars” são elementos presentes neste mais novo filme da franquia. Mas não é só isso que faz desse “Rogue One” um dos filmes de maior destaque de toda a saga, ficando do lado do “Despertar da Força” sem dever nada a este, e que junto com o “O Império Contra-Ataca” está, entre os meus preferidos. “Rogue One” se destaca definitivamente pela força de seus personagens.

às 11:57 Postado por CultComentário 0 Comments



Depois de dirigir a agradável surpresa que fora “Invocação do Mal”, o diretor James Wan retorna nesta continuação, “Invocação do Mal 2”, mostrando estar mais seguro como diretor e realizando, assim como no filme anterior, um longa que é movido por clichês típicos do gênero, como um rosto que surge no canto do quadro no momento em que a trilha aumenta o som, encenação de possessão demoníaca e decisões previsíveis dos personagens quando o filme se encaminha para um desfecho, além dos momentos em que emprega a computação gráfica de maneira não muito elegante, uma característica recorrente de um filme que tem orçamento gordo. Mas o que faz tudo isso funcionar ao longo do filme?


Existe um momento na vida de um ser humano que ele experimenta um sentimento mais forte que seu instinto de conservação ou seu amor próprio. Muitos chamam de empatia, ou amor. Mães o sentem por seus filhos, alguns amantes compartilham desse laço, irmãos muitas vezes criam um elo dessa forma e mesmo grandes amizades são guiadas por essa sensação. Essa sensação nos define como seres humanos e é aquilo que de melhor há em nós. Mas e se soubéssemos que iríamos nos machucar nesse processo, que a relação seria dolorosa no longo prazo e haveria muito sofrimento envolvido? Se pudéssemos escolher viver esse amor, sabendo como seria essa experiência antes de vivê-la, será que mesmo assim a viveríamos? Por mais dolorosa que fosse? É sobre a complexidade dessas questões que o mais novo filme do cineasta Denis Villeneuve, “A Chegada”, trata. 



Considerado mestre do suspense, ao longo da volumosa carreira de Alfred Hitchcock podemos perceber que o diretor também foi capaz de desenvolver outros gêneros com igual destreza. É o que se percebe ao assistir o primeiro filme que realizara nos Estados Unidos. “Rebecca, A Mulher Inesquecível” conta a história de uma jovem dama de companhia que se apaixona e casa com um lorde atormentado pela lembrança de sua primeira esposa, Rebecca, que morrera em circunstâncias trágicas. A jovem tem dificuldade em se adaptar à vida na mansão e à governanta, sra. Danvers.


Ao som de características músicas dos anos 1980, apresentando carros furiosos, policiais compenetrados e cenas do por do sol banhadas por um vermelho alaranjado, ao mesmo tempo que insere flashforwards ao longo da sequência inicial, parece que estamos diante de um filme policial datado e superficial, que tenta estabelecer certo glamour no ofício dos profissionais da lei e apresentar personagens femininas de maneira sexista. Ledo engado. Willian Friedkin não perderia a chance de criar um retrato cruel e realista da polícia de Los Angeles, ao mesmo tempo em que reflete sobre a linha tênue entre ser um criminoso e um representante da lei.

 

Mulder e Scully investigam a morte de dois oficiais americanos, ocorridas em um centro de refugiados haitiano. O governo o suicídio dos oficiais, mas a esposa de uma das vítimas acredita que tenha sido causada por magia vodu.

às 09:26 Postado por CultComentário 0 Comments



Dono de uma filmografia memorável e que constantemente buscou refletir sobre a natureza humana e
cristalizar os comportamentos e sensações da humanidade, Terrence Malick sempre intencionou fazer as perguntas certas sem se preocupar em encontrar respostas.

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