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sábado, 24 de março de 2018 às 18:59 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments

Paul Thomas Anderson no set de "Vicio Inerente"

Dono de uma carreira praticamente perfeita e de uma narrativa madura e muito segura, Paul Thomas Anderson tem em cada filme uma pequena obra de arte que dificilmente não se destaca. Em 1997 dirigira "Boogie Nights", filme que retrata os bastidores da indústria pornográfica norte americana no final da década de 1970. Desde já é possível perceber um grande diretor atrás das câmeras e também se faz sentir a referência constante ao cinema de Martin Scorsese, principalmente na maneira como Paul Thomas Anderson inicia o filme, com um longo plano sequência que remete ao longo plano sequência de "Os Bons Companheiros" e na maneira como o filme conclui, num final que lembra o desfecho de "O Touro Indomável". No meio do caminho é possível perceber referências que vão desde "Taxi Driver", "Cassino", "Caminhos Perigosos", entre outros. O vídeo mais abaixo, editado por Jorge Luengo Ruiz, compila esses momentos com maestria, além de fazer lembrar grandes momentos da filmografia de Scorsese sob o prisma desta grande obra que é "Boogie Nights".

sexta-feira, 16 de março de 2018 às 22:44 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments


Encerando um ciclo iniciado dez anos atrás com "O Homem de Ferro", "Vingadores: Guerra Infinita" promete ser o filme mais épico do Universo Cinematográfico da Marvel, sagrando uma empreitada nunca antes feita na história do cinema: criar uma série de filmes que se relacionam entre si e juntá-los todos num só evento cinematográfico que está reinventado a maneira como se pensam os grandes Blockbusters.

quinta-feira, 8 de março de 2018 às 06:26 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments


Emprestando seu grande telento como contador de histórias, Spike Jonze, diretor de videoclipes e filmes como "Quero Ser John Malkovich",  "Onde Vivem os Monstros" e "Ela", foi contratado para dirigir o curta-metragem/comercial/musical do mais novo gadget da Apple, o HomePod, o alto-falante inteligente da Apple integrado com a assistente digital/chatbot Siri e que já está à venda nos Estados Unidos.

quarta-feira, 7 de março de 2018 às 19:53 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments


Jessica Jones, além de uma grande personagem nos quadrinhos, é a que mais se destaca nas séries da Marvel na Netflix por ser a única heroína da editora/produtora dos Vingadores a assumir o protagonismo num material audiovisual de muita qualidade. E enquanto não estréia os longas solo da Capitã Marvel e da Viúva Negra, Jessica Jones segue ocupando esse posto.

às 17:11 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments


Se nas Cerimônias anteriores do Oscar a premiação fora mais política e autocrítica em relação à falta de diversidade e representabilidade, a 90º edição da festa do cinema foi marcada por uma autoconsciência e certa burocracia em dividir os prêmios entre os principais filmes, sem surpreender nenhum pouco nas categorias principais. O grande destaque vai para o discurso performático e relevante de Frances McDormand, que capta o espírito das mudanças que já começam a acontecer em no cinema norte americano.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018 às 09:18 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments




Lady Bird”, primeiro filme solo de Greta Gerwig na direção,  que já escrevera e atuara no ótimo “Frances Ha”, é um daqueles longas que se destacam pelas diferentes maneiras que podem ser lidos pelos espectadores. É uma história de amadurecimento, sem dúvida, mas não fala só do amadurecimento de Christine McPherson que se auto intitula Lady Bird. O amadurecimento de sua mão também ocorre no decorrer do filme e o desenvolvimento e as dificuldades da relação de ambas é o grande conflito do longa.




Guillermo del Toro é um diretor que consegue variar com muita qualidade entre os seus filmes que são Blockbusters, com altas pretensões de rendimento em bilheterias, como em “Círculo de Fogo”, “Blade 2” e os filmes da franquia “Hellboy” e entre os filmes que possuem características mais autorais do diretor e personificam suas pretensões temáticas de um cinema que flerta como o horror, como o conto de fadas e com a brutalidade de uma realidade que a fantasia trabalha para tornar mais suportável. Dentre esses filmes estão “Cronos”, “A Espinha do Diabo”, sua obra prima “O Labirinto do Fauno” e seu prestigiado último trabalho, “A Forma da Água”.