• RSS
  • Delicious
  • Digg
  • Facebook
  • Twitter
terça-feira, 30 de junho de 2026 às 09:37 Postado por CultComentário 0 Comments

Em meio a instabilidade política e a um clima de conspiração, “Dia D” segue um fugitivo chamado Daniel (Josh O'Connor) que está de posse de arquivos confidenciais que provam a existência de vida alienígena. Ele cruza o caminho de Margaret (Emily Blunt), uma jornalista que começa a sofrer fenômenos inexplicáveis. Juntos, eles precisam escapar de uma poderosa corporação, liderada por figuras obstinadas como Noah (Colin Firth), que tenta encobrir a verdade.

segunda-feira, 9 de março de 2026 às 11:12 Postado por CultComentário 0 Comments


Com atraso, porém sem falhas, compartilho a minha lista de filmes assistidos, que conta com 136 filmes que eu assisti no último ano. 

Sou bem ativo no Letterboxd, inclusive essa lista foi gerada lá, por isso os nomes aparecem todos em inglês e trazem um link com a página do filme no Letterboxd, ao lado do ano de lançamento. A lista completa está disponível aqui. Quem quiser me acompanhar por lá é só clicar aqui


Uma cena de “Morra, Amor”, com a câmera em primeira pessoa em uma festa de casamento fornece uma chave de leitura: pessoas à frente aplaudem, desfocadas, enquanto outras, entusiasmadas, aparecem ao lado, em foco. Ou seja, o futuro é incerto, borrado, e as pessoas, em foco e ao lado, mais próximas, conferem certa dose de coerção social para empurrar a protagonista rumo a um modelo de comportamento.


Um grupo de ex-revolucionários precisa se reunir novamente para resgatar a filha de um deles das mãos de um antigo inimigo. O filme está repleto de ricas referências a outros clássicos, como “Dr. Fantástico”, de Kubrick, e o cinema dos irmãos Coen — em especial “O Grande Lebowski”. Ademais, essa intertextualidade me fez considerar “Uma Batalha Após a Outra” um grande filme por si só, à altura das obras às quais faz referência.


O Agente Secreto” funciona como um fluxo de consciência sobre a história recente do Brasil, contrastando a década de 1970 com os dias atuais. O passado tem charme, é violento, estético, vivo, tem cor. O presente é asséptico - não à toa o filme termina num hospital - e sem vida, se estabelecendo como uma grande incógnita, um incômodo vazio de lembranças. 


O cinema do diretor Luca Guadagnino trata do amadurecimento das personagens por suas relações com os corpos. Isso passa por transformar o seu remake de “Suspiria” em um body horror, pelo amadurecimento sexual em “Melissa P.” e “Me Chame pelo Seu Nome”, pelo canibalismo em “Até os Ossos” e pela obsessão e sensualidade em “Rivais” e “Queer”.

sexta-feira, 11 de julho de 2025 às 16:58 Postado por CultComentário 0 Comments



Ao longo dos anos, o cinema de super-heróis tem apostado em uma paleta cada vez mais dessaturada, escura e lavada. Até mesmo os filmes da Marvel adotaram um visual desbotado, guiado por um realismo fotográfico que tenta aproximar esses personagens de um mundo que se pareça com o nosso. James Gunn já apontava para outra direção em sua trilogia "Guardiões da Galáxia", mas é em "Superman" que ele abraça de vez o lúdico sem pudor: dirige um filme solar, colorido, fantasioso e vibrante, exatamente como o espetador desgostoso do Superman sombrio de Zack Snyder ou do Homem-Aranha desbotado de Jon Watts sempre sonhou. Ao dar vazão ao encantamento dos quadrinhos, Gunn não só prepara uma nova geração para o novo universo da DC, como também faz aquele adulto que comprava gibis do Flash, do Superboy ou do próprio Superman na banca de jornal lembrar o quanto era boa aquela infância.

    Total de visualizações de página