Nada mais poderoso que o desejo. Esse motor da vida, que embaralha tudo ao nosso redor e gera as tramas mais novelescas possíveis encontra aqui, em Challengers, uma atraente forma de beleza cinética (esse conceito foi explorado com maestria por David Foster Wallace em seu ensaio "Federer como experiência religiosa", presente na coletânea "Ficando longe do fato de já estar meio que longe de tudo"). E não é de cinema que eu estou falando, mas de tênis. Esse esporte encapsula toda a ideia de consciência corporal e integração corpo e mente que beira à transcendência.
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