Discorrendo sobre as várias pessoas que cabem em um indivíduo, a natureza da identidade e da personalidade, além das nuances do relacionamento, A Estrada Perdida caminha pela trilha do cinema estabelecido enquanto experiência estética, não se preocupando em nenhum momento em fazer algum sentido lógico ou formal, ou mesmo de antecipar as escolhas tomadas pelo roteiro, se estabelecendo como uma obra que nunca soa previsível, e não decepciona em sua conclusão.






