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Mostrando postagens com marcador Netflix. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 1 de outubro de 2021 às 04:14 Postado por CultComentário 0 Comments


Diante do caos que é a existência e da nossa busca incessante por entender e explicar tudo à nossa volta, a religião talvez seja o maior alento da humanidade. Sempre conferindo um significado para cada coincidência, golpe de sorte, mérito próprio ou fatalidade, até os mistérios mais inexplicáveis e incoerências que brotam das injustiça sociais são explicadas, satisfatoriamente ou não, como parte do plano personalizado que um Deus onipresente e onisciente preparou para cada um de nós. Diante disso, "Missa da Meia-Noite" extrapola essa ideia através de uma possibilidade fantástica e seus desdobramentos pelo prisma de uma pequena comunidade de uma ilha formada de 127 pessoas que vivem, como os apóstolos de Jesus, da pesca. Sendo uma comunidade católica, é de se supor que essa religião é parte constituinte da hierarquia social.

sexta-feira, 7 de maio de 2021 às 07:52 Postado por CultComentário 0 Comments

Catherine, uma artista de Manhattan (Amanda Seyfried) se muda com sua família para o Vale do Hudson. Conforme ela começa sua nova vida num vilarejo histórico, ela passa a suspeitar que seu casamento e sua casa estão cercados por segredos obscuros.


Dizem que a limitação é a mãe da criatividade. Nada mais limitador do que a pandemia global que estamos vivendo. "Host", que conta a história de um grupo de amigos que se reúnem numa videoconferência no zoom para fazer um espécie de "sessão espírita", é um longa que abraça a limitação na sua forma.

sábado, 10 de outubro de 2020 às 12:11 Postado por CultComentário 0 Comments

 

Após a trágica morte de uma au pair, Henry contrata uma jovem americana para cuidar de sua sobrinha e sobrinho órfãos que moram na Mansão Bly.

segunda-feira, 27 de abril de 2020 às 11:04 Postado por CultComentário 0 Comments


Apostando na produção de Reality Shows, a Netflix tem disponível em seu catálogo desde o início deste ano a série "Next in Fashion", um Reality Show sobre design de moda. Mas não se deixe enganar pelas regras e tendências de Reality Shows que apelam para o conflito entre os participantes ou para as críticas exacerbadas e falta de empatia de seus apresentadores. Sim, é possível fazer um programa com apresentadores simpáticos, que respeitam seus participantes, julgam de maneira justa e expõe todo o processo criativo de estilistas talentosos.


sexta-feira, 12 de janeiro de 2018 às 02:51 Postado por CultComentário 0 Comments


Quem se aventura a assistir as obras de arte que David Lynch dirige sabe que elas transcendem o próprio conceito de cinema enquanto linguagem, quebrando todos os paradigmas convencionais de um roteiro autoexplicativo e criando filmes tomados por uma série de incógnitas sem soar, por incrível que pareça, aleatório. Muito pelo contrário, é dessa forma que Lynch faz surgir em nós sensações das mais viscerais, desde a melancolia, a dor profunda e o horror. Podemos não entender o que se passa em tela racionalmente, mas nossas sensações não saem incólumes à experiência. É sob esse prisma que a terceira temporada de “Twin Peaks” se converte na experiência mais marcante do ano de 2017, cabendo aqui discutir sobre a mudança de paradigma que a televisão pode estar vivendo, se convertendo numa experiência por vezes mais criativa, ousada e gratificante do que o cinema mainstream, tomado pelas amarras de um formato feito para lucrar milhões em um único Blockbuster sem poder ousar.


Quando estreou nos cinemas, “A Vigilante do Amanhã - Ghost in the Shell” passou - me a  forte impressão de um filme que contava com um departamento de arte primoroso e uma ambientação fortemente inspirada em “Blade Runner”. A sequência inicial que retrata a ciborgue Major interpretada por com muito charme e competência por Scarlett Johansson é simplesmente espetacular pelo seu realismo e inquietante por nos fazer enxergar um corpo humano sintetizado. Mas a frustração causada por este filme só cresce ao percebemos que quando este se pretende discorrer sobre a condição de sua protagonista, sua razão de ser, suas sensações, percepções e sobre a principal questão do filme, o que a diferencia de um ser humano, o roteiro não desenvolve questionamentos instigantes, mas se limita a filosofar com frases de efeito. Sua conclusão deixa muito a desejar e quando vemos a protagonista destroçar seu próprio corpo num tanque-aranha temos a sensação de assistir a algo visualmente brilhante, mas com um enredo imaturo ainda, dando a impressão de uma oportunidade perdida.

terça-feira, 25 de julho de 2017 às 13:14 Postado por CultComentário 0 Comments


Star Trek é um caso raro de uma série de televisão que constantemente se reinventa dentro da narrativa televisiva e que migrou para o cinema atingindo resultados espetaculares, com uma série de filmes memoráveis.

quarta-feira, 7 de junho de 2017 às 10:46 Postado por CultComentário 0 Comments


Com uma mensagem potente e relevante, Barry Jenkins entrega um filme que merece ser visto também pela sua concepção cinematográfica contemporânea. Com uma câmera que sutilmente viaja junto com seus personagens através da trajetória do garoto Chiron (Ashton Sanders), que desde o início do longa sofre de preconceitos e opressões, testemunhamos, num elenco composto exclusivamente por atores negros, o peso e a dificuldade do preconceito na sociedade contemporânea. Questões sobre homossexualidade e drogas são abordadas pelo filme com maturidade e verdade através da trajetória de seu personagem.

quarta-feira, 10 de maio de 2017 às 12:09 Postado por CultComentário 0 Comments



Geralmente séries de comédia com episódios de pouco mais de vinte minutos se baseiam na criação de estereótipos para caracterizar seus personagens, com o objetivo de desenvolver com certa agilidade uma trama no tempo estipulado. "The Big Bang Theory", apesar de eu ter visto poucos episódios, em temporadas variadas, é uma das séries que mais usa a criação de estereótipos de personagens. Esta mais nova série da Netflix, "Girlboss", criada por Kay Cannon, gera essa impressão nos primeiros episódios, contando a história "baseada livremente em fatos reais" de Sophia, uma garota narcisista que não consegue se ajustar a nenhum emprego e tem um relacionamento difícil com o pai, mas que por acaso descobre ao criar uma conta do eBay e passar a vender roupas vintage por ela reformadas e revendidas uma possível vocação e independência financeira, criando a sua página no eBay chamada Nasty Gal.

terça-feira, 25 de abril de 2017 às 13:47 Postado por CultComentário 0 Comments


Werner Herzog sabe como ninguém narrar um história, seja ela através da narrativa do cinema de ficção ou através de documentário. Em "Eis os Delírios do Mundo Conectado", disponível na Netflix, o diretor de "Fitzcarraldo", "O Homem Urso", "Aguirre, a Cólera dos Deuses", "A Caverna dos Sonhos Esquecidos" e "O Enigma de Kaspar Hauser" conduz o documentário através de suas intervenções constantes (algo que particularmente não gosto muito em documentários, quando o diretor aparece ou deixa transparecer que está conduzindo a narrativa ao invés de dar a impressão que seus "personagens" conduzem a narrativa. Sim, é uma ilusão, mas uma ilusão que como expectador gosto de alimentar), que ao invés de soarem intrusivas e de explicitarem o quanto o diretor conduz a narrativa, pelo contrário, fortalecem o discurso e o propósito da reflexão através de reflexões ponderadas e questionamentos pertinentes que se conciliam  com a curiosidade construída em cada segmento do documentário, separado em  capítulos.

terça-feira, 26 de julho de 2016 às 11:42 Postado por CultComentário 0 Comments


Baz Luhrmann é o criador da mais nova série da Netflix, "The Get Down", drama musical que conta a história de um grupo de jovens no Bronx em 1977 que escolhem a música ao invés da criminalidade, durante a ascensão do hip hop, da música disco e do punk.

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