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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018 às 09:18 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments




Lady Bird”, primeiro filme solo de Greta Gerwig na direção,  que já escrevera e atuara no ótimo “Frances Ha”, é um daqueles longas que se destacam pelas diferentes maneiras que podem ser lidos pelos espectadores. É uma história de amadurecimento, sem dúvida, mas não fala só do amadurecimento de Christine McPherson que se auto intitula Lady Bird. O amadurecimento de sua mão também ocorre no decorrer do filme e o desenvolvimento e as dificuldades da relação de ambas é o grande conflito do longa.




Guillermo del Toro é um diretor que consegue variar com muita qualidade entre os seus filmes que são Blockbusters, com altas pretensões de rendimento em bilheterias, como em “Círculo de Fogo”, “Blade 2” e os filmes da franquia “Hellboy” e entre os filmes que possuem características mais autorais do diretor e personificam suas pretensões temáticas de um cinema que flerta como o horror, como o conto de fadas e com a brutalidade de uma realidade que a fantasia trabalha para tornar mais suportável. Dentre esses filmes estão “Cronos”, “A Espinha do Diabo”, sua obra prima “O Labirinto do Fauno” e seu prestigiado último trabalho, “A Forma da Água”.