• RSS
  • Delicious
  • Digg
  • Facebook
  • Twitter
terça-feira, 25 de julho de 2017 às 13:14 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments


Star Trek é um caso raro de uma série de televisão que constantemente se reinventa dentro da narrativa televisiva e que migrou para o cinema atingindo resultados espetaculares, com uma série de filmes memoráveis.

terça-feira, 11 de julho de 2017 às 10:24 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments


Desde “Homem Aranha 2” de Sam Raimi, filme que seguramente é um dos melhores exemplares de filmes de super-heróis, que o personagem perdera o seu caminho no cinema. “Homem Aranha 3” repete a mesma fórmula empregada nos longas anteriores de criar problemas pessoais para Peter pondo em xeque os seus ideais como Homem Aranha e recorre ao clichê da donzela (Mary Jane) em perigo, desta vez com uma quantidade absurda de vilões e com um Venon deslocado que nunca parece pertencer de fato ao filme. A reimaginação do personagem funciona em alguns momentos tendo seu melhor desempenho em “O Espetacular Homem Aranha 2 – A Ameaça de Electro”, mas não justifica o reboot nunca e conta com um Andrew Garfield que nunca consegue encarnar um Peter Parker que remeta à essência do personagem presente nos quadrinhos ou nas séries animadas. Porém esse não é o problema de “Homem Aranha – De Volta ao Lar”, que parte do personagem já apresentado em “Capitão América: Guerra Civil” e insere o Peter Parker de Tom Holland nesse universo cinematográfico da Marvel de maneira orgânica e crível, acertando em não levar para as telas a já conhecida origem do personagem, procurando construir as nuances de sua personalidade em outras circunstâncias e contextos.

segunda-feira, 10 de julho de 2017 às 12:35 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments



É uma tarefa quase impossível falar de “Mulher - Maravilha” sem pensar em questões de representatividade da mulher no cinema mainstream. Isso porque filmes protagonizados por mulheres e que fazem parte do universo dos super-heróis, como “Mulher Gato” ou “Elektra”, foram erros estrondosos, além de não terem sido dirigidos por mulheres. Mas apesar do discurso político e social que é perfeitamente possível se associar ao filme, “Mulher - Maravilha” é um filme leve, bem humorado e, tal qual sua personagem nesse momento de sua vida, inocente.