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sexta-feira, 25 de novembro de 2016 às 08:10 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments



Existe um momento na vida de um ser humano que ele experimenta um sentimento mais forte que seu instinto de conservação ou seu amor próprio. Muitos chamam de empatia, ou amor. Mães o sentem por seus filhos, alguns amantes compartilham desse laço, irmãos muitas vezes criam um elo dessa forma e mesmo grandes amizades são guiadas por essa sensação. Essa sensação nos define como seres humanos e é aquilo que de melhor há em nós. Mas e se soubéssemos que iríamos nos machucar nesse processo, que a relação seria dolorosa no longo prazo e haveria muito sofrimento envolvido? Se pudéssemos escolher viver esse amor, sabendo como seria essa experiência antes de vivê-la, será que mesmo assim a viveríamos? Por mais dolorosa que fosse? É sobre a complexidade dessas questões que o mais novo filme do cineasta Denis Villeneuve, “A Chegada”, trata. 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016 às 09:36 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments



Considerado mestre do suspense, ao longo da volumosa carreira de Alfred Hitchcock podemos perceber que o diretor também foi capaz de desenvolver outros gêneros com igual destreza. É o que se percebe ao assistir o primeiro filme que realizara nos Estados Unidos. “Rebecca, A Mulher Inesquecível” conta a história de uma jovem dama de companhia que se apaixona e casa com um lorde atormentado pela lembrança de sua primeira esposa, Rebecca, que morrera em circunstâncias trágicas. A jovem tem dificuldade em se adaptar à vida na mansão e à governanta, sra. Danvers.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016 às 10:18 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments


Ao som de características músicas dos anos 1980, apresentando carros furiosos, policiais compenetrados e cenas do por do sol banhadas por um vermelho alaranjado, ao mesmo tempo que insere flashforwards ao longo da sequência inicial, parece que estamos diante de um filme policial datado e superficial, que tenta estabelecer certo glamour no ofício dos profissionais da lei e apresentar personagens femininas de maneira sexista. Ledo engado. Willian Friedkin não perderia a chance de criar um retrato cruel e realista da polícia de Los Angeles, ao mesmo tempo em que reflete sobre a linha tênue entre ser um criminoso e um representante da lei.