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sábado, 28 de dezembro de 2013 às 19:34 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments






Depois desse trailer do RoboCop de José Padilha posso especular que o enredo parece ser bem interessante no sentido de explorar o surgimento  do personagem com motivações políticas e ou econômicas, fazendo pensar se o "acidente" foi provocado ou não (o trailer é bem sugestivo numa possível interpretação, mas esperemos o filme ). Acho que esse trailer não comete o erro de entregar as melhores cenas de ação, pelo menos não totalmente, no máximo sugere quais são elas e já dá indícios do bom trabalho do diretor brasileiro nesse quesito. RoboCop chega aos cinemas 12 de fevereiro de 2014 com Joel Kinnaman, Gary Oldman, Samuel L. Jackson, Abbie Cornish, Jackie Earle Haley, Michael Keaton, Jay Baruchel, Michael K. Williams.

sábado, 14 de dezembro de 2013 às 16:48 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments

http://www.youtube.com/watch?v=M0RQqERmiE8

O mais novo filme de Christopher Nolan, que conta com Matthew McConaughey embalado por ótimas atuações em seus últimos filmes, além de um elenco de apoio sensacional (Jessica Chastain, Anne Hathaway, Casey Affleck, Michael Caine). Enfim, sempre espero o melhor de um filme do Nolan e aguardo ansiosamente por Interstellar.

domingo, 8 de dezembro de 2013 às 08:42 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments

Eis o trailer do novo Homem Aranha, que me passa a esperança de um bom filme, explorando as questões que o primeiro filme equivocadamente deixou em aberto. A promessa aqui parece ser de muita ação, apesar de não gostar do exagero de câmera lenta, pode ser que esse exagero não transpareça no filme. Aguardo ansiosamente por um filme no mínimo melhor que o anterior.





terça-feira, 3 de dezembro de 2013 às 06:33 Postado por Gustavo Jacondino 0 Comments

Irmão e irmã se juntam para tramar a morte de sua mãe para obterem o dinheiro do seguro. Contratam então Killer Joe Cooper para cuidar do serviço.

Extasiado é pouco após assistir ao maravilhoso Killer Joe de William Friedkin. Poucos diretores poderiam retratar a brutalidade e o sexo de maneira tão forte, seca e, eu diria, pop. Sem deixar que a sua história perca o impacto, retratando a violência na vida de pessoas simples do interior, nos fazendo sempre, através de seus planos-detalhe e da trilha sonora composta por Tyler Bates, desenvolver em torno do filme uma tensão muito forte sobre aquilo que provavelmente irá acontecer. Mas o que irá acontecer.


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No primeiro ato criamos expectativas diante do que temos pela frente, a assassinato previamente planejado. Mas não é isso que William Friedkin quer retratar, pois tão pouco o vemos, e o momento em que sabemos do ocorrido surge quase como que trivial. Porém o nível de tensão continua crescente a partir desse ponto. E muito se deve à atuação soberba de Matthew McConaughey, que encarna Joe como um indivíduo aparentemente calmo e controlado, sempre centrado nos seus planos e procedimentos e que se vê atraído pela jovem Dottie (Juno Temple). Posso dizer que cada personagem de Killer Joe já estabelece as suas dimensões nos primeiros minutos de cena, Chris Smith (Emile Hirsch) se caracterizando pelo adolescente que está entrando de maneira desajeitada e mal orientada para a vida adulta, Ansel (Thomas Haden Church) como um homem fracassado e sem iniciativa que não gosta de se envolver em nada de muito arriscado, mesmo que isso lhe implique em algum lucro, e enfim chegamos à jovem Dottie (Juno Temple). Guardando em sua composição elementos de inocência aliados à sensualidade, Dottie acaba sendo a personagem mais fascinante quando chegamos ao final do longa, pois suas ações acabam sendo uma surpresa, conferindo uma dimensão muito forte à personagem. Mas quem se destaca mesmo é William Friedkin que nos concede um ponto de vista digno de seu nome e de sua fama. Em nenhum momento a violência perde o seu impacto, mas não deixa de ser divertida a maneira como é retratada, e o corte final, como citei anteriormente, nos deixa completamente extasiados ao final do longa. Tão extasiado fiquei que tive que voltar a escrever para descarregar a tensão acumulada no filme. Pois bem, muito obrigado William Friedkin por me fazer voltar ao hábito da escrita à muito abandonado por mim. Espero que outros filmes sejam capazes de me motivar da maneira como Killer Joe me motivou.


Gênero: Drama

Direção: William Friedkin

Roteiro: Tracy Letts

Elenco: Blain Sanchez, Carol Sutton, Charley Vance, Danny Epper, Emile Hirsch, Geraldine Glenn, Gina Gershon, Gralen Bryant Banks, Gregory C. Bachaud, Jeff Galpin, Julia Adams, Juno Temple, Lynette Zumo, Marc Macaulay, Matthew McConaughey, Scott A. Martin, Sean O'Hara, Thomas Haden Church, Tony Severio

Produção: Nicolas Chartier, Scott Einbinder

Fotografia: Caleb Deschanel

Trilha: Tyler Bates